Dezembro 28, 2007
a ronda. a consciência de si é provavelmente a forma limite de conhecimento. se o conhecimento é o produto do encontro entre a projecção, de um sujeito, e a evidência, de um objecto, no modo como se devolve ao sujeito, a consciência de si é o conhecimento que, depois da projecção sobre si, o sujeito encontra após o regresso de si a si. neste sentido, porquanto o sujeito é tomado como objecto também, na mesma volta que obriga qualquer conhecimento, a consciência de si configura-se como reconhecimento. na prática, a par da consciência da posição a partir da qual se faz a projecção do sujeito e a devolução a si, há também a consciência do processo, na justa medida em que projecção e devolução chocam no próprio limite, que é o mesmo corpo.

Dezembro 25, 2007
ideatum, ii. grosso modo, a necessidade de deus corresponde à necessidade de materializar a ideia de infinito, sob uma forma que o domine e, por conseguinte, ordene. ou seja, a necessidade de deus é uma necessidade simultaneamente de sensibilidade e de alienação consonante com a sensibilidade.

Dezembro 21, 2007
ideatum, i. que ideia pode ser maior do que o infinito?

Dezembro 11, 2007
do regime das práticas, ii. a operação, partir ao meio o que é para dividir por dois, talvez seja demasiado simples para poder ser confirmada. o tráfico cardíaco não consente este tipo de economia ou de reparação. a unidade é o que nos faz perder e é justamente na perda que somos iguais.

Dezembro 7, 2007
do regime das práticas, i. diferente da acumulação e do desperdício, a repetição é um exercício de devolução.

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