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@zarabatana pior que não tem nada de muita sacanagem no livro!
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Manuel Puig escreve sobre a condição feminina na Argentina, mas também numa pretensa condição universal. Quando Púbis angelical foi escrito, Puig estava exilado devido à ditadura militar argentina (que durou de 1976 a 1982). Nesse livro, a protagonista Anita é confrontada com um câncer, a finitude da própria vida e a escolha entre envolver-se com o peronismo guerrilheiro ou não. Já que estou falecendo, devo tomar essa escolha? No fim das contas, o autor opta por uma ótica psicanalítica para comentar as escolhas limitadas das mulheres num mundo que as coloca como objetos sexuais. Duas narrativas, uma mais "realista" e outra que pode ser descrita como uma ficção científica, se intercalam e se cruzam, revelando a tragédia da mulher que serve como propósito e peão na vida dos homens que a cercam.
Para ser sincera, a parte de ficção científica me interessou muito mais (e não antes da primeira metade desta me entediar). Mas a proposição de Puig duma nação hermética em que mulheres devem trabalhar como terapeutas sexuais (um novo termo para trabalhadoras sexuais aos moldes de psicanalistas, que fazem até fichas de descrição dos pacientes atendidos) é um start que me deu um gostinho de "quero mais". Gostaria que o livro todo tivesse sido nessa narrativa.
Portanto, meu veredito final é 6/10 - é decente. Empolgou numa parte específica, entediou em outras, mas me deu algum material para reflexão.
Talvez eu me empolgue mais lendo O Beijo da Mulher Aranha, que eu comprei junto a esse no sebo (o qual eu também eu vi o filme de Héctor Babenco baseado na obra).

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@zarabatana a narrativa em si. O começo é rico em detalhes e tem um ritmo interessante, apesar de ter detalhes até demais. Aí, do meio para o final, os detalhes vão se perdendo porque o livro começa a ficar mais apressado... Coisas mal explicadas vão ficando pelo caminho... Aí fui desanimando.

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