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Bruno Cesar Rocha ★ rochacbruno
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admin

About bruno

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Engineer @ RedHat
Fellow @ PSF
Creator @ Dynaconf.com
Tuber @ CodeShow

Location: 🇵🇹
Lang: pt / en
Pronoums: he/him

BTW: #rustlang #vegan #arch #kde #progmetal #linux #python #FastAPI #django #flask #freesoftware #fediverse #python

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Tem gente monitorando o fediverso, fazendo crawlers, usando os dados para tirar insights, alimentar AI.

Quem faz isso não respeita o seu robots.txt,

A reflexão que fica é: deixa eles, é bom pq vai mostrar qual o tipo de conversa que tem por aqui. OU Bora fechar as instâncias para membros apenas e dificultar quem tá tentando lucrar com esses dados?

AI é uma ótima ferramenta para aprender tecnologia. Funciona como um acelerador de consulta, um turbo para tirar dúvidas, e se fosse só isso, eu não teria nenhum problema.

O problema é que não é só isso.

Os problemas

1. Corretude

Não dá para confiar cegamente nas respostas. Tudo exige validação, e essa validação ainda não é sistematizada. Na prática, vira um loop constante de pergunta → observa → valida → repete.

Isso cansa. E às vezes frustra.

Sozinha, a AI não resolve isso. Ela precisa estar acoplada a ferramentas concretas: testes automatizados, sistemas de tipos, compilação estrita, análise estática. E mesmo assim, com todo esse processo bem montado, a solução ainda pode não ser a melhor. Sempre existem nuances quase invisíveis, aquelas coisas que um professor humano costuma comentar com base em experiência de realidade, não só em padrões.

2. Autonomia

Falta de mão na massa atrofia. É simples assim.

Depender constantemente desse atalho para chegar a soluções ensina o cérebro, aos poucos, a ser mais preguiçoso. E isso acontece mesmo quando você já sabe fazer a tarefa. Você delega para o agente por pura conveniência, não por necessidade.

Na maioria das vezes isso nem é consciente, simplesmente acontece. E não existe nada validando ou freando esse processo. Manter autonomia exige disciplina ativa.

Sem um framework de aprendizado bem definido, a tendência é que mesmo com a ferramenta disponível, o estudante deveria ser incentivado a resolver o problema sozinho primeiro, garantindo que consiga executar a tarefa mesmo quando a AI não estiver ali. Hoje, isso depende quase exclusivamente da força de vontade individual.

3. Banalização

Algumas partes do aprendizado parecem banais, mas são fundamentais para construir o modelo mental que permite evoluir depois.

Exemplos simples, exercícios quase infantis, capítulos inteiros dedicados a uma única ideia óbvia. Tudo isso é estrutural. O problema é que a pressa passa a ser priorizada, e essas etapas começam a ser desvalorizadas.

O risco é aumentar ainda mais o número de profissionais que acham que sabem sobre um assunto, quando, na prática, dominam apenas a camada mais alta da abstração.

Isso já acontece hoje com frameworks full-stack, ORMs, SDKs. Há muita gente em desenvolvimento web que nunca escreveu um request from scratch. No modelo mental dessas pessoas, um request é apenas uma instância da classe Request. O entendimento não vai além daquela camada.

Isso já é perigoso por si só, porque o mercado acaba aceitando que só a abstração basta. Com AI, essa tendência se intensifica de forma bem mais agressiva.

Proposta

Precisamos de um framework de aprendizado assistido.

Não sei exatamente como isso se materializaria na prática, mas imagino que um agente customizado já seria um começo. Algo que não permita pular etapas arbitrariamente, que não deixe o estudante burlar a sequência lógica do aprendizado.

Um sistema que force o pensamento próprio, que valorize o desafio mais do que a velocidade, e que trate a AI como apoio e não como substituta do processo cognitivo.

Aprender mais rápido pode ser bom, mas prender direito é essencial.

Acabei de ver um vídeo de um youtuber famosinho falando que é o "fim da programação"

Logo em seguida fui para uma entrevista conversar com mais um candidato, fazer perguntas sobre programação na tentativa de contratar um bom programador.

Esses youtubers estão completamente fora da realidade ou será que sou eu?

Religião e blasfêmia
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Eis que na sessão sazonal de carnaval do supermercado Lidl em Portugal tem acessórios como esse.

Fosse no BR a crentaiada estaria boicotando o mercado, aqui é capaz inclusive de alguma senhora ultra católica comprar para usar no carnaval.

Muita gente tem uma visão de que países como Portugal, Itália, França são super religiosos e na verdade apenas tem igreja como patrimônio histórico e costume cultural de ir a igreja aos domingos.

Por aqui é onde mais tem blasfêmia e a maioria nem se importa com símbolos religiosos.

Recentemente fiquei sabendo que na Itália, mesmo as pessoas que vão as igrejas regularmente se declaram não-crentes e confessam que frequentam só por motivos sociais.

Eu mesmo já pensei em me envolver com a paróquia daqui da freguesia que eu moro pois eles promovem eventos interessantes e o fato de estar atrelado a uma paróquia parece ser algo apenas simbólico.

O Itaú Cultural tem um app de streaming gratuito, o IC Play, vários filmes, documentários e animações nacionais.

A iniciativa é boa, mas infelizmente a experiência é horrível, o app não instala em dispositivos mais novos, nos que instalam a navegação está toda quebrada e é lento d+.

Já que os filmes estão grátis, se o app fosse open source já estaria tudo arrumado.

Spoiler - Documentário sobre a Hedy Lamarr
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Assistindo finalmente o documentário da Hedy Lamarr, que história sensacional!

Começou a carreira como atriz e fez a primeira cena com nudez e sexo do cinema em 1933 e foi a inspiração para o Disney criar a Branca de Neve.

Após o expediente como atriz ela ficava desmontando coisas para entender como funcionava.

Ela inventou asa de avião aerodinâmica, pastilha efervescente, wi-fi, bluetooth, controle de garagem, míssil teleguiado com frequência alternada, colete salva-vidas.

Tudo isso enquanto fugia dos nazis, do ex-marido nazi, e ao mesmo tempo sendo uma das mais famosas atrizes de Hollywood.

Ela foi a primeira atriz a produzir seu próprio filme.

Ela dizia que o objetivo dela era inventar armas para matar o Hitler, e quase conseguiu.

A marinha norte americana usou a invenção dela sem dar créditos, ela morreu pobre e isolada.

Hoje a patente dela está por trás de GPS, Satellite, WiFi e praticamente tudo que se comunica via rádio.

dramas fediBR
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#NaReal eu sou meio desligado dessas coisas, eu nem saberia pontuar quem é de fato essa bolha fedBR, simplesmente trato todo mundo igual por aqui, eu acho que nunca tive problema ou inimizade com ninguém.

Se tem gente que marquei em conversa junto por aqui e que são inimigos assim, peço desculpas e por favor me avisem.

Eu sei que tem várias bolhas, vários grupos, e aparentemente várias pessoas com ideias e históricos diferentes.

Eu simplesmente tento me manter neutro dessas tretas ai, sejam quais forem, e conversar com todo mundo na paz.

Nunca presenciei nenhuma conversa por aqui que pareceu ser treta e na minha imaginação inocente o fediverso é tipo o folheto Sentinela onde todo mundo é lindo, todo mundo se ama e estamos todos comento frutinha e curtindo a natureza.